sexta-feira, 11 de maio de 2012



DesaPego (.)

Pés descalços, passos largos, rumo solta ao infinito
Modelando tempo e arte dando vida ao que acredito
Na mente só a erva e assuntos proibidos
me liberto das algemas e valores invertidos
Permito que na vida brilhe a voz da intuição
Sigo com a alma leve além da densa vibração

Plantar o bem
Sem ver a quem
Espalhar o amor
Para colher felicidade
Somos alguém
Sem ser ninguém
Viver sem dor
Nos transparece liberdade 


Não gasto minha voz com sua tola hipocrisia
O ego é mortal e o orgulho covardia
Perdão senhor na terra e paz a todos corrompidos
Quem clama ao céus não erra e soma voz aos oprimidos
Sigo com a cabeça feita sem apego ao momento
Acordada para a vida eu refino-me por dentro

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